terça-feira, 17 de maio de 2011

Prefeitura de Mandaguari busca soluções para aterro sanitário e implanta coleta seletiva

Na maioria dos municípios brasileiros, prefeitos enfrentam o enorme desafio de dar uma solução definitiva para os aterros sanitários. E, em Mandaguari, não é diferente. A Prefeitura tem procurado manter o aterro dentro das determinações do IAP (Instituto Ambiental do Paraná), mas são muitos os problemas a serem enfrentados.
Esta semana o município foi multado pelo órgão ambiental, mas ainda pode recorrer e tem prazo de 60 dias para recorrer e tomar providências, o mesmo acontecendo em relação do prefeito Cyllêneo Pessoa Pereira Júnior, o “Cileninho”. Com relação ao que foi veiculado na imprensa nos últimos dias sobre um “lixão a céu aberto”, presença de crianças no local e a falta de segurança, cabe esclarecimentos por parte do município. Recorrendo das multas, os valores podem ser reduzidos em até 90%.


Em primeiro lugar, a Prefeitura tem trabalhado para adequar o aterro através de uma parceria com a UEM (Universidade Estadual de Maringá), que já tem o projeto técnico para apresentar aos órgãos competentes.


Em relação à presença de crianças no aterro, constatou-se que não se residem em Mandaguari, fato que já está sendo levantado pelos órgãos de proteção a crianças e adolescentes.


Finalmente, em relação aos problemas de segurança, recentemente a construção existente na entrada do aterro foi incendiada.


SELETIVA – Há alguns dias Mandaguari também foi destaque na imprensa estadual por conta da implantação da coleta seletiva de lixo em parceria com a ARD (Agência Regional de Desenvolvimento) e a ACAMAN (Associação dos Catadores de Mandaguari).


A coleta acontece de segunda a sábado em todas as regiões da cidade. O município já coletava 12 toneladas de material reciclável por mês através da ACAMAN, mas pelo menos 6 toneladas de material são levadas diariamente ao aterro sanitário do município.


A meta é reduzir esse volume com o aumento da coleta. Uma campanha de conscientização na comunidade, com ações em escolas e distribuição de folders preparou a comunidade para o programa.

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