sábado, 18 de setembro de 2010

Projeto do CAPS de Mandaguari entre os melhores do Brasil

No mês de abril último foram abertas as inscrições para envio de projetos da V Chamada para Supervisão Clínico-Institucional, onde apenas cem projetos no Brasil seriam aprovados. Apenas seis municípios do Paraná tiveram seus projetos aprovados pelo Ministério da Saúde, dentre eles o CAPS I do município de Mandaguari, em reconhecimento ao trabalho realizado pela equipe CAPS I e Psicóloga Ms. Sandra Diamante. É notório o avanço na área da saúde mental no município de Mandaguari desde a implantação do CAPS I no ano de 2006 pelo prefeito Cileninho, entre outras coisas nota-se um número reduzido de pessoas com transtorno mentais abandonadas nas ruas e os longos períodos de internamento em hospitais psiquiátricos.
O Ministério da Saúde considerando a Lei nº 10.216, de 6 de abril de 2001, que dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental, a necessidade de acelerar a estruturação e a consolidação da rede extra-hospitalar de atenção à saúde mental em todas as unidades da federação, que os Centros de Atenção Psicossocial são serviços fundamentais para a Reforma Psiquiátrica Brasileira e são os dispositivos estratégicos para o ordenamento da rede de atenção psicossocial em seu território de referência, tem papel estratégico na reforma do modelo assistencial e devem constituir-se como espaços de formação.
Destina incentivo financeiro para o Distrito Federal, os estados e os municípios, em caráter emergencial e temporário, para que os municípios desenvolvam Programa de Qualificação do Atendimento e da Gestão dos Centros de Atenção Psicossocial - CAPS. A supervisão clínico-institucional compreende o trabalho de um profissional de saúde mental externo ao quadro de profissionais dos CAPS, que trabalhará junto à equipe do serviço, no sentido de assessorar, discutir e acompanhar o trabalho realizado pela equipe, o projeto terapêutico do serviço, os projetos terapêuticos individuais dos usuários, as questões institucionais e de gestão do CAPS e outras questões relevantes para a qualidade da atenção realizada.

Nenhum comentário:

Postar um comentário