terça-feira, 13 de abril de 2010

Vereadores de Maringá aprovam projeto que proíbe “pulseiras do sexo”

Vereadores foram unânimes na votação da matéria que prevê ainda multa
para quem vender ou distribuir o acessório para menores de 18 anos.

Aprovado projeto que torna obrigatória a instalação de guarda-volumes

nas agências bancárias

O projeto que proíbe o uso de pulseiras coloridas, conhecidas como

“pulseiras do sexo”, nas instituições de ensino de Maringá foi

aprovado, em votação unânime, em regime de urgência na sessão desta

terça-feira. A proposta, de autoria do vereador Luiz do Postinho, com

urgência a pedido do vereador Dr. Heine Macieira, prevê ainda que o

acessório não poderá ser vendido ou distribuído para menores de 18 anos

e estipula multas e até a cassação do alvará do estabelecimento que

desobedecer a lei.

Os vereadores Luiz do Postinho, Dr. Heine Macieira e Flávio Vicente

destacaram que esse é um primeiro passo para que a educação sexual seja

discutida nas escolas e principalmente nas famílias onde deve ter início.

Flávio Vicente disse ainda que se apenas uma criança for protegida pela

nova lei terá valido a pena aprová-la. A vereadora Marly Martin Silva

disse que uma lei às vezes é necessária para que preencha uma lacuna que

os pais não conseguem.

O uso das pulseiras vem sendo discutido e proibido em várias cidades do

Brasil por causa dos riscos a que expõe quem as utiliza. Em Londrina, por

exemplo, uma estudante de 13 anos teria sido estuprada por três rapazes

após ter a pulseira de cor preta (que significa relação sexual)

arrebentada.

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